Histórias passadas de coisas não tão passadas assim

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Soneto ao Silêncio

Mais um brinde ao seu silêncio
E um gole pra que eu cale
Um leve medo nos teus olhos
Refletido no que quer que eu fale

Não sei porque recorro ao vinho
Pra te ter aqui por perto
Talvez por não saber ao certo
Se é real ou só miragem do caminho

Sei que sigo tantos passos
Só por sentir que vem de ti
Só por ver-te no horizonte

Crerei em tudo que me conte
Só pra te ter comigo, aqui
Pra te ter presa em meus braços

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