Histórias passadas de coisas não tão passadas assim

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Quatro Eras

Primeiro foi o tempo da força, o tempo onde cada homem lutava pelo que julgava ser seu com as próprias mãos. Um tempo de praticidade, pouca posse e pouca vida. Um tempo onde era comum a despedida.

Depois veio o tempo das mentes, quando as guerras só podiam ser vencidas com muita inteligência e estratégia. Livros, pouca paz, sabedoria. Um tempo de gênios, luzes e alta magia.

Por fim abateu-se sobre nós o tempo da ignorância, um tempo que quem menos sabe mais é valorizado. Dignidade e confiança não são mais postas a prova, conquistadas e perdidas.
São compradas e vendidas.

Mas virá, na hora certa, um tempo de simplicidade, o tempo das almas puras, corações grandes, espírito. Um tempo de contatos e grandezas, olhares e sutilezas. Um tempo que estagnará.

Nenhum comentário:

Postar um comentário