Histórias passadas de coisas não tão passadas assim

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Falsa Sinceridade

Eu tenho mentido sobre tanta história que até mesmo meu passado vem se confundindo.

Eu não estou bem, não há porque fingir
Nada disso é certo, nem essa máscara de incerteza
Não há frieza e nem há nada pra sentir
Não há porque ficar perto só por não poder fugir

Nada disso lhe convém e já não faz sentido
Não há razão em ser só por não saber não ser
Se o que somos é acaso, por acaso tem existido
E não há como manter o que não se pode viver

A gente sente, eu sei que sente
Mas a gente também mente, por querer sentir
Tudo aconteceu tão repentinamente
E agora a gente não sabe mais como deve agir
A gente só finge que entende
Porque hora ou outra isso tudo vai sumir

Um comentário: