Histórias passadas de coisas não tão passadas assim

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

O Caco da Solidão (repostagem)


O Caco da Solidão

Ao silêncio dos barulhos que eu não escuto e ecoam no meu quarto

A solidão desses dias é forte
É fria
É mórbida
É bela e cinza


A Solidão da Alma



O silêncio só não era maior que o vazio
A beleza da solidão
Pra cada beijo morto e abraço frio
Tudo morria em papel, inspiração



Dentro dele já não havia calor
A solidão fechou as portas
E ninguém mais quis bater
A sombra da solidão espantava


A solidão desses dias é dolorosa... Me destrói aos poucos.

Mas devo encarar como a vida que escolhi. O tempo de solidão é necessário,
A solidão é necessária,
O frio, a claustrofobia
O vazio, a nostalgia.
Tudo se fazia preciso e presente
Tudo são passos dados pra frente...


A solidão da minha alma é certa
Sofro pela escolha que tomei
A solidão da minha alma é bela
Sofro pelo caminho que trilhei
A solidão da minha alma é justa
Sofro por tudo o que lutei
A solidão da minha alma é pura
Minhas escolha definirão o que serei

Esqueça as provas e limpe meu nome
O resto é silêncio

Nenhum comentário:

Postar um comentário